E quando o casal não entra em acordo em relação a forma de educar o filho?

 

IMG_20180612_225234_801

E quando o casal não está em sintonia na hora de educar as crianças? Quando somente um deles tá lendo os livros sobre Disciplina Positiva ou sobre desenvolvimento infantil? Quando somente um tá fazendo o maior esforço pra ter autorregulação e o outro nem tanto assim? Como faz? Se você divide o mesmo teto com alguém sabe que as dificuldades de convivência podem ser inúmeras não é? Afinal de contas são duas pessoas que foram educadas de maneira completamente diferentes, por pessoas diferentes, em contextos diferentes e que desenvolveram crenças diferentes. E quando essas pessoas tão diferentes assim resolvem, juntos, educar uma criança? Podem surgir diversos momentos de conflitos, e os argumentos cada vez que um conflito precisa ser resolvido podem complicar as coisas, por que provavelmente cada um, com seus valores e crenças, vai querer mostrar que tá certo. É fato que quando há um acordo entre o casal e a maneira como se relaciona com a criança coincide, ÓTIMO. Vocês provalvelmente terão menos conflitos. Mas e quando não? Tá tudo perdido?

Bom, se todo mundo conseguisse viver em um abiente IDEAL tava tudo maravilhoso. Como a gente sabe que o ideal e a perfeição tá bem difícil da gente conseguir alcançar, podemos trabalhar sempre com o que tá ao nosso alcance.Como, por exemplo, reduzir os danos no desenvolvimento da criança, usando uma dos mais importantes pilares da Parentalidade Positiva. O RESPEITO.  Independe de qual estilo de educação o pai ou mãe resolva seguir e quando não há necessariamente um acordo entre eles, a gente precisa determinar que na nossa casa e nosso ambiente HÁ O RESPEITO. Quando a gente respeita o outro, a gente entende que aquele ser humano diferente de nós veio de uma outra família, muitas vezes de uma cultura diferente, viveu coisas diferentes, enfrentou obstáculos diferentes e construiu a vida de forma diferente. Com o respeito pelo outro, surge a empatia, a honestidade, a paciência e muitas vezes a aceitação do que o a outra pessoa propõe. Certamente, vocês devem ter uma mesma coisa em comum: o amor pelo filho e a vontade vê-lo crescer saudável.E muitas vezes, o que precisa ser feito é respeitar o tempo do outro.

Muitas vezes, o que precisa ser feito é respeitar o tempo do outro. O tempo que a outra pessoa precisa pra perceber que talvez a abordagem que você utilize tenha melhores resultados.Segue res blog 10 questões que podem ajudar você e o seu companheiro(a) a encontrarem pontos comuns em relação ao que aprensentam com objetivo em relação à educação do filho.

1. Eu sinto que meu companheiro ou companheira é bom pai ou boa mãe pois?

2. Eu sinto que meu papel como pai ou mãe é?

3. Eu acredito que a melhor forma de educar é…por que?

4. Como os meus pais me educaram?

5. Como eu me sentia quando criança?

6. O que disciplina significa pra mim?

7.  O que eu quero verdadeiramente que o meu filho seja?

 

8. Meu objetivo como pai ou mãe é?

9. A coisa mais importante que eu quero que meu companheiro ou companheira saiba sobre mim é?

10. Meu maior medo em relação a ser pai ou mãe é?

Faz esse exercício. Me conta o resultado e se rendeu uma boa conversa aí na sua casa.

Ana Flora Medeiros

Psicóloga Parental

Pós graduada em Parentalidade Positiva

Especialiata em Neuropsicologia

Mestranda em Psicologia do Desenvolvimento

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto:
search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close